sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Este Blog contém preciosas fotografias do passado da cidade de Campos do Jordão que integram o acervo do IPHAC - Instituto do Patrimônio Histórico, Ambiental, Artístico, Arquitetônico e Cultural de Campos do Jordão. Algumas fotos e documentos estão disponíveis gratuitamente nesta plataforma virtual de acordo com a Lei de Acesso à Informação nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, com a Lei do Plano Nacional de Cultura nº 12.343, de 2 de dezembro de 2010, e com a Lei de Direitos Autorais nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.



Montada para receber apresentações artísticas nos festivais de inverno da cidade de Campos do Jordão, em São Paulo, o projeto arquitetônico foi feito pelo arquiteto Dr. Pedro Taddei Neto.
O engenheiro Isamu Nawa, da Tópico (galpões, armazenamentos e coberturas), foi o responsável pela elaboração do projeto técnico, cabendo ao fabricante executar a estrutura.
A concha cobre uma área livre de vinte por trinta metros, sendo a parte dos fundos fechada e as laterais abertas. Um fino cabo de aço foi usado na parte frontal para evitar o efeito alavanca que os ventos da região poderiam causar. Como sugere o nome, a estrutura tem o formato e as ondulações comuns às conchas do mar.
A concha acústica leva o nome de MOZART CAMARGO GUARNIERI (Tietê, SP, 1907-São Paulo, 1993), em homenagem ao maestro.





Sede da primeira prefeitura de Campos do Jordão, Essa casa, em 11 de abril de 1928, foi alugada pelo primeiro Prefeito, Coronel Oscar Barcellos, para nela instalar a sede da Prefeitura, permanecendo nesse local, até 29 de julho de 1937.





O primeiro prefeito de Campos do Jordão, foi o coronel Oscar Barcellos, nomeado em 31 de maio de 1927




O dia da cidade, 29 de abril, foi instituído oficialmente mediante a lei municipal de 04 de março de 1959. Nesse ano realizou-se a primeira festa da cidade. Entre as promoções realizadas, um concurso tornou-se um acontecimento de realce em nossa comunidade, cuja Rainha" foi Maria Bretas, sendo "princesas", Maria Lúcia Félix Donato e Neide Camargo Leme, entusiastas integrantes da juventude jordanense.




Presidente Getúlio Vargas e o prefeito Paulo Cury, 20 de janeiro de 1951.




Mercado Municipal, novembro de 1979




Visita do presidente João Batista de Oliveira Figueiredo a Campos do Jordão em julho de 1979. Na foto, o prefeito Fausi Paulo,  o presidente, o governador Paulo Maluf, e Frei Orestes Girardi



































O Mercado Municipal é um prédio histórico localizado no centro da Vila Abernéssia. Foi projetado pelos Arquitetos Walter e Paola Pestalozzi. O prefeito nomeado, Dr. Antonio Nicola Padula, nomeou o futuro prefeito, engenheiro civil, Fausi Paulo, a partir de 01 de janeiro de 1956 para a sua construção, e em 1957 foi iniciada pela administração direta da Prefeitura Municipal, usando pessoal de seu quadro de funcionários, repassando uma verba no valor de Cr$ 5.700.000,00 (cinco milhões e setecentos mil cruzeiros), do Departamento de Obras Sanitárias do Estado de São Paulo – D.O.S. Sua inauguração ocorreu em 16 de novembro de 1958, quando ainda tinha a cobertura central, espaço por muitos anos utilizado pelas diversas bancas de frutas e verduras.





  

Condelac Chaves de Andrade, jornalista, poeta e escritor, foi uma pessoa que muito valorizou nossa cultura e preservou os primórdios da nossa história de maneira espetacular. Foi o autor e organizador do primeiro Álbum Almanaque-Histórico, registrando os fatos mais importantes da história de Campos do Jordão, fundamental para a pesquisa de todos os historiadores que o sucedem. Foi provedor do Hospital-maternidade “Dr. Adhemar de Barros” por mais de 30 anos. Faz parte de nossa história e cultura.


























O Lago do Pico do Itapeva é formado por nascentes de águas puras e cristalinas, e possui temperatura média de 8 graus. É considerado um dos lagos mais altos do Brasil, por estar a uma altitude de quase 2 mil metros acima do nível do mar, levando assim o carinhoso apelido de Titicaca Brasileiro. A vista do local é deslumbrante ainda mais quando o reflexo do sol bate nas águas do lago e os cavalos andam soltos em meio às árvores. 



Profª Cecília A.L. Murayama. Foto de 14 de maio de 1992, do Museu Histórico da Imagem e Som de Campos do Jordão.



Dr. Shizuto José Murayama. Foto de 22 de junho de 1992, do Museu Histórico da Imagem e Som de Campos do Jordão.




Dr. Fausto Bueno de Arruda Camargo e Dr. Arakaki Masakazu. Foto de 14 de julho de 1992, do Museu Histórico da Imagem e Som de Campos do Jordão.



Pelo Decreto nº 1348 de 03 de maio de 1985, o prefeito municipal de Campos do Jordão, João Paulo Ismael, considerando que Harry Mauritz Lewin foi professor de inglês nesta cidade, contribuindo de forma efetiva na formação cultural dos jovens jordanenses, e pelo muito que fez pela divulgação cultural, dá o seu nome ao prédio da Biblioteca Pública Municipal em reconhecimento a sua dedicação à causa pública.



Fundação da Associação Rural de Campos do Jordão, em 12 de julho de 1952



Inauguração do Estádio de Vila Abernéssia, sem data.



Banda de Jazz, no Clube Campos do Jordão, sem data.





Carnaval 1930




A Festa da Cerejeira é, em essência, um hanami: um costume tradicional japonês de contemplação da beleza das flores, sendo o sakura (a cerejeira), uma das mais admiradas. Em Campos do Jordão, a festa acontece entre os meses de julho e agosto, quando a florada está no seu auge. Centenas de pessoas vem todos os anos apreciar as flores e participar das festividades. Os visitantes tem a oportunidade de vivenciar um pouco da cultura japonesa, assistindo as apresentações artísticas de música e dança, exibições de artes marciais, entre outras atrações. Comidas típicas japonesas e da culinária local são também um dos atrativos da festa, assim como os bazaristas com seus diversos produtos, que vão desde artesanato, malharia e doces, até brinquedos, eletrônicos e curiosos “gadgets” japoneses. Esta é uma festa beneficente, e é realizada pelo Recanto de Repouso para Idosos Sakura-Home. Toda renda arrecadada durante a festa tem contribuído durante todos estes anos na manutenção da instituição e no adequado tratamento dos internos.




“Palácio Boa Vista”... _ O nome nos recorda os títulos que se davam às casas solarengas em recente passado histórico, no qual miramos uma época de grandeza do Brasil, quando os barões do Império civilizaram o interior do país com as suas casas residenciais, que ainda hoje admiramos. (Sem data)



O “SAA”, é uma obra educacional, assistencial e filosófica, que empresta o nome à Colônia de Férias, em Campos do Jordão. Na Colônia de Férias “SAA”, a família desfruta de momentos relaxantes em contato com a exuberante natureza da região com todo o conforto, tranquilidade e privacidade que os chalés oferecem, e contribui com uma de suas principais ações de responsabilidade social, o Externato “SAA”, que recebe toda a renda obtida com o aluguel dos seus chalés. Em 1966 foi instalado o Externato “SAA” em Campos do Jordão, com o objetivo de atender crianças carentes da cidade. Atualmente são ministrados cursos de Educação Infantil até o 5ºano do Ensino Fundamental




Oswaldo Akira Iamaguti nasceu, cresceu, estudou e trabalhou em Campos do Jordão, onde abriu seu comércio na Av. Frei Orestes Girard, Vila Abernéssia, em fins da década de 1980. Era o Café e Lanches Comodoro. É sem dúvida a sua fase estudantil que lhe assegura o maior contingente de amigos. Todos gostavam dele e queriam ser seus amigos. Bondoso com um sorriso brando muito característico das pessoas de ascendência nipônica, respeitosa alma pura.



Quando da sua inauguração em 1960, a Biblioteca Municipal de Campos do Jordão, "Profº Harry Mauritz Lewin", foi instalada em salas do mesmo prédio onde estava instalada a Rádio Emissora de Campos do Jordão, na Av. Dr. Januário Miráglia, 1337, frente à Estação de Vila Abernéssia, da EFCJ. Estiveram presentes o prefeito Municipal, Dr. José Antonio Padovan; o vereador e Diretor do Departamento Municipal de Turismo – D.M.TUR, Joaquim Corrêa Cintra; o professor Harry Mauritz Lewin, responsável pela Biblioteca; Milton Valim da Coletoria Federal de Campos do Jordão; Sr. Waldomiro Buozzi e outros. Ao longo dos anos, a Biblioteca ocupou vários endereços e passou por inúmeras transformações.



Em 1951, Camargo Freire executou a pintura na Capela de Nossa Senhora da Saúde, em Jaguaribe, bairro-berço de Campos do Jordão. Sobre o fato, Joaquim Corrêa Cintra, escreveu no Jornal “A Cidade de Campos do Jordão”, edição número 146, de 16 de Dezembro de 1951: “Assistimos, quinta-feira última, à benção de um magnífico painel executado pelo consagrado pintor patrício, Camargo Freire, na parede de fundo da Capela de Nossa Senhora da Saúde, em Vila Jaguaribe. A convite do Revmo. Frei Vital Pires de Oliveira Dias, virtuoso capelão de Nossa Senhora da Saúde, que muito tem feito para dotar a Padroeira de Jaguaribe de um templo digno das suas excelsas virtudes e tradições, estivemos presentes ao ato juntamente com as diversas autoridades locais e pessoas gradas. Apreciar a obra do pintor Camargo Freire, sob ponto de vista artístico, seria de nossa parte uma leviandade. O seu nome tem-se projetado já no cenário pictórico nacional, como uma das mais legítimas expressões. Os prêmios que tem conquistado em disputadíssimos Salões são um atestado eloqüente da sua capacidade. Sob o ponto de vista de interpretação do motivo evocado no imenso painel, podemos afirmar que foi o mais feliz possível, eis que representa um casal humilde, tendo a mulher uma criança enferma nos braços, a qual estende, súplice, à Nossa Senhora da Saúde. Como fundo do painel, vemos a silhueta da Pedra do Baú e esguios pinheiros, símbolos de Campos do Jordão. A impressão que tivemos foi a melhor possível e temos certeza de que, a mercê desse belo trabalho, a Capela de Nossa Senhora da Saúde será um ponto de referencia obrigatório de todos os que visitam a nossa Estância!”



As famosas "Lombas", dum verde de mar costeiro, descambando sobre os vales de araucárias. O largo manto verde é salpicado ali e acolá de florezinhas rasteiras, que alegram as "lombas" e o fundo dos vales.



Aos 8 dias do mês de maio de 1930, foi fundado o Sanatório São Paulo. No passado, atendeu pacientes que sofriam de tuberculose, como um dos principais hospitais de referência do Sistema Público de Saúde. Desde 2008, atua como Hospital Geral de Campos do Jordão e regiões circunvizinhas. A partir de abril de 2009 o Hospital São Paulo passou a ser administrado pelo Instituto das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada, Congregação que completou 75 anos em 2011 mantendo a sua principal missão - o cuidado dos enfermos -, deixada por sua fundadora, a Serva de Deus, Madre Maria Teresa de Jesus Eucarístico.





O Lago do Pico do Itapeva é formado por nascentes de águas puras e cristalinas, e é considerado um dos lagos mais altos do Brasil, por estar a uma altitude de quase 2 mil metros acima do nível do mar, levando assim o carinhoso apelido de Titicaca Brasileiro.








O Pico do Itapeva é ideal para se contemplar a natureza, fica a 2.030 metros de altitude, onde é possível avistar 15 cidades, todas da região do Vale do Paraíba, entre elas a mais famosa é a cidade de Aparecida (devido ao grande número de fiéis que visitam a Basílica). Conheça os nomes das cidades: Tremembé, Taubaté, Caçapava, São José dos Campos, Pindamonhangaba, Guaratinguetá, Aparecida, Roseira, Lorena, Potim, Cruzeiro, Piquete, Moreira César, Cachoeira Paulista e Eugênio de Melo. 
O Pico do Itapeva abriga também um dos lagos mais altos do país, o mirante pertence à cidade vizinha de Pindamonhangaba, porém para sorte de nossos turistas o seu acesso só é possível através de Campos do Jordão, sendo assim ganhamos mais uma atração turística para nossa cidade. O nome Itapeva significa em Tupi Pedra Achatada.








O nome “Gruta dos Crioulos” se deve aos escravos fugitivos de fazendas do Vale do Paraíba que se embrenhavam pela Serra da Mantiqueira em direção a Minas Gerais e no meio do caminho se abrigavam na gruta. É um local muito especial com estórias sobrenaturais e sobre escravos do século XIX. Historiadores dizem que por volta do século XIX alguns senhores do Engenho não admitiam o fim da escravidão. Revoltados, alguns escravos fugiam para o meio da mata e alguns se escondiam nessa gruta onde ficavam por dias, até meses. Alguns chegaram até a sucumbir no local. Os negros fugiam das fazendas para regiões vizinhas, se refugiavam na gruta para fugir dos capitães do mato, cujo comandante era Manoel Crioulo que protegia as terras do Sr. Cícero Prado.  






















 A E.F.C.J  foi aberta a partir da Estação Ferroviária de Pindamonhangaba, na E. F. Central do Brasil, em 1914, para o transporte de doentes respiratórios para o hospital na então Vila de Campos do Jordão. Os primeiros trens eram a vapor, substituídos por trens a gasolina em 1916 e pelos elétricos em 1924. A partir dos anos 1980 passou a ser uma ferrovia apenas de turismo, sendo que o trecho da baixada, até Piracuama, continuou a atender até hoje trens de subúrbio da cidade de Pindamonhangaba.


Vale Encantado. Recebendo em pagamento, em 1908, o seu quinhão, na divisão judicial da Fazenda Natal, o dr. Domingos José Nogueira Jaguaribe, constitui em 13 de abril de 1917 e 27 de fevereiro de 1918, a Companhia Brasileira de Colonização, integrada por ele próprio; Joaquim Lacerda Abreu, Rodrigo Martins de Camargo, João Martins e Miguel Arrojado Lisboa, Henrique de Villeneuve e Eduardo Pires Barros. Essa empresa imobiliária, a mais antiga de Campos do Jordão, implantou o loteamento Vale Encantado e muitos outros, tendo intensa atividade.





O Arquivo Histórico Digital de Campos do Jordão recebeu doações de materiais preservados que enriqueceram o seu acervo histórico, durante o mês de maio deste ano. Dentre os materiais doados, foram fotografias, documentos históricos, catálogos, cartões postais, livros e folhetos. A doadora deste mês foi a Sra. Geralda Margarida da Silva, moradora do Bairro do Britador. Ressaltamos a nossa gratidão e satisfação por todo o material doado que colabora para a preservação da história. A colaboração de todos é imprescindível para manter viva a memória da nossa cultura jordanense.


Inaugurado em 29 de abril de 1970. No topo do Morro do Elefante, em Vila Capivari, funcionou um restaurante panorâmico, boate e até a sede do poder executivo (Gabinete do Prefeito); mas, um incêndio de grande proporção destruiu na noite de 16 para 17 de novembro de 2015 o prédio que era parte de um dos mais famosos pontos turísticos de Campos do Jordão.
Construído durante a administração do Prefeito, Dr. José Antonio Padovan (01/01/1967 a 09/07/1975), o prédio com fachada toda envidraçada, o que proporcionava uma das vistas mais belas da cidade, foi um dos primeiros projetos do arquiteto José Roberto Damas Cintra.



Palacete Olivetti - construção da década de 20, do século XX. Localiza-se em Abernéssia, em frente à praça da Bandeira (fonte) e ao lado do Prédio da Receita Federal. É o edifício mais antigo de Campos do Jordão, e teve sua construção iniciada em 1919 por iniciativa de seu proprietário, o Sr. Próspero Olivetti, e concluído em 1921, pelo construtor, Sr. Carlos Oliveira Rocha, português, natural de Castelo de Paiva, vindo a Campos do Jordão no ano de 1918. Até o início da década de 1930, o “Palacete Olivetti” foi utilizado como “Pensão-Sanatório Campos do Jordão”, destinado ao abrigo de tuberculosos que chegavam a esta cidade para tratamento. No andar térreo havia uma leiteria e a "Pharmácia Olivetti", do proprietário. Este prédio abrigou, também, por muitos anos, o Hotel Montanhês (1958 a 1980), de propriedade do Sr. Wolfgang Böhme (um dos tripulantes do famoso navio alemão Windhuk que, em plena guerra, fugindo das embarcações da marinha inglesa, ancorou no porto de Santos no dia 07 de dezembro de 1939), e de sua esposa D. Érica Böhme, até se mudarem para a Vila Fracalanza. Por último, abrigou a Prefeitura de Campos do Jordão.


Inauguração da Praça da Bandeira, em 19 de novembro de 1942, na administração do prefeito Lourival Francisco dos Santos(10.06.1941 a 12.07.1946). No jardim, havia os canteiros bordados com os tradicionais buxinhos do estilo clássico francês, desenhado pelo artista plástico Carlos Barreto. A bandeira do município foi hasteada pela primeira vez em 29 de abril de 1969.


Vila Maria (Santa Cruz) Antigamente era conhecida como Giraud (Girô), por ter-se estabelecido ali, Sr. Antonio Giraud. Foi um núcleo operário. Alguns a chamavam de Vila Maria, em sua parte alta. Após a inauguração do Sanatório Santa Cruz, 12 de julho de 1932, o bairro começou a ser conhecido pelo nome de Santa Cruz.



Vila Abernéssia, 1919. O escocês Dr. Robert John Reid fundou a Vila Nova, posteriormente Vila Abernéssia, nome composto da cidade de seus pais, ABERdeen; da cidade onde nasceu, InverNESS; e de sua pátria, a Escócia, formando então a palavra Abernéssia. Nasceu Vila Nova em 1915 em contraposição à vila, já existente, que o povo chamava de Vila velha, atualmente Vila Jaguaribe.


Preventório Santa Clara. Associação de combate à tuberculose infantil, fundada pelas irmãs Maria Luíza Ferreira Neves, Georgina de Souza Lopes, Irene Lopes de Azevedo Sodré e Maria Carlota Paes de Carvalho, filhas do Cônsul brasileiro, dr. João Batista Lopes, a 28 de junho de 1931.


Santa Casa, 1947. Fundada em 25 de janeiro de 1944. Recebeu de batismo o nome de “Hospital Adhemar de Barros”, em homenagem ao estadista que muito se desvelou pela assistencial social. Um trágico acontecimento, porém, estava reservado ao povo de Campos do Jordão: na madrugada do dia 29 de julho de 1945, exatamente 6 anos após o lançamento da pedra fundamental, irrompeu pavoroso incêndio que destruiu o Hospital.  Em 8 de dezembro de 1955, foi reinaugurada a Maternidade e Pronto Socorro do Hospital, após 10 anos de interrupção. O hospital foi fechado em 2005, por diversos problemas, especialmente financeiros, sem apoio necessário das diversas autoridades governamentais. Atualmente, encontra-se praticamente abandonado.


1º aniversário do Campos do Jordão Tênis Club.  Em 1° de janeiro de 1933, em Vila Capivari, reuniram-se algumas pessoas na residência do Eng° Aristides de Souza Mello, denominada “Vila Maria”, a fim de constituírem uma sociedade esportiva, de caráter civil. Estava constituído o Campos do Jordão Tênis Clube. Sua sede era coberta de sapê.


Vila Abernéssia, 1963



Sede da Secretaria Municipal de Cultura "Prof. Antonio Costella"

                  
    Imbiri, a planta que inspirou Matheus da Costa Pinto a dar o nome à cidade.  O IMBIRI é encontrada nas margens de lagos, à beira das matas, ribeirões e serve de abrigo para a fauna silvestre em lugares úmidos ou brejos e floresce nos meses da primavera. Como o nome indígena tupi-guarani sugere, Mbiri, significa “folha larga”, o que não combina com esta planta.

          
É frequentemente encontrada em regiões de brejo, pantanosos, onde o solo é úmido e rico em matéria orgânica, o que facilita seu desenvolvimento, infestando margens de lagoas, canais de drenagem e pastagem em baixadas úmidas. 

O IMBIRI também é conhecido por Lírio-do-brejo e bastão de São José. Ainda é muito comum em Campos do Jordão.

Nenhum comentário:

Postar um comentário